skip to main | skip to sidebar
Global Labour Column Portuguese
  • HOME
    • QUEM SOMOS
    • ANTOLOGIAS EDITADAS DA COLUNA DA GLU
  • ENLACES
    • PÁGINAS RECOMENDADAS
    • AVISO
  • CONTATO
  • GLU
Follow Us on Twitter

Mostrando postagens com marcador Golpe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Golpe. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

O que está em jogo no golpe de Estado no Brasil

Antônio Lisboa
A atual crise política brasileira vem sendo gestada desde o dia seguinte à reeleição da presidenta Dilma Rousseff – eleita por mais de 54 milhões de brasileiras e brasileiros em outubro de 2014 e que significou a quarta vitória consecutiva das forças progressistas do país nas eleições presidências.

Em primeiro lugar, a direita nacional, mais uma vez derrotada, pediu a recontagem dos votos. Depois, tentou reprovar as contas da campanha da presidenta reeleita e patrocinou diversas outras manobras até chegar ao impeachment. Durante todo o ano de 2015 até agora, foram sendo criados "escândalos" amplamente divulgados pela mídia, conferindo veracidade a centenas de mentiras. A arquitetura do golpe foi elaborada, portanto, a partir da ação diária do oligopólio da mídia (no Brasil apenas seis famílias detêm 80% da informação - TVs, jornais, revistas, rádios, agências de notícias, sites na internet...) com o apoio financeiro do empresariado dos ramos financeiro, industrial e do agronegócio.

Essa direita que conspirou abertamente contra o mandato da presidenta eleita é resultado do secular passado escravista e reacionário que marca a história nacional, assim como herdeira legitima dos setores sociais e econômicos responsáveis historicamente por esse regime. Ao chegarem ao país, essas elites tomaram de assalto nossas terras e riquezas. Os africanos, capturados em suas terras, eram trazidos à força para a América Portuguesa, e tornaram-se, inicialmente, mão-de-obra fundamental nas plantações de cana-de-açúcar, tabaco e algodão. Mais tarde isso se repetiu nas vilas e cidades, minas e fazendas de gado. A classe socialmente dominante, composta por uma minoria branca, justificava essa condição por ideias pseudo-religiosas e racistas que “legitimavam” sua pretensa superioridade e os seus privilégios.

Mais informações »
Postagens mais antigas Página inicial

Share

Twitter Facebook Stumbleupon Favorites More

Idiomas






Doações

Saiba mais

Posts Populares

    Keynesianismo democrático global: Uma visão da política progressista – ainda que tardia
    Espaço fiscal para proteção social: opções para expandir investimentos sociais em 187 países
    O Plano de Ação G20/OCDE para o Combate à Erosão da Base Tributária e à Transferência de Lucros
    Construtoras chinesas na África: um desafio para os sindicatos trabalhistas

TABS

Sindicatos OIT trabalho Emprego desigualdade direito de greve trabalhadores Covid-19 Mercado de Trabalho direitos trabalhistas investimentos salários Acordo comercial Acordo de Livre Comércio Alemanha Autoritarismo BEPS COSATU China Convenção 87 Cooperativas Coordenação política e econômica Coronavírus Desemprego Dilma Direitos Laborais Direitos do trabalho Direitos dos Trabalhadores Economia Economia Solidária Erosão da Base Tributária Estatísticas Estatísticas do trabalho Europa Federação Internacional Feminismo G20 Globalização Golpe Governança global Itália Justiça social Keynesianismo democrático Lutas trabalhistas México NUMSA OCDE Plataformas e aplicativos de trabalho Políticas industriales sostenibles Recessão Refugiados Saúde Ocupacional Sindicatos Sul-africanos Social-Democracia Solidariedade Internacional Trabalhadores essenciais Trabalho decente Trabalho domestico Transferência de Lucros Transición justa USMCA Uber Zimbábue acordos comerciais alianças populares antigas promessas do neoliberalismo austeridade automatização cadeias de abastecimento capitalismo militarizado comércio justo conflitos contraofensiva sindical crescimento crowdwork cuidados desafios desenvolvimento econômico desenvolvimento produtivo desigualdade social digitalização direito a greve direitos direitos humanos diálogo social eleição Grécia empleos decentes empresas chineses estratégias sindicais exploração flexibilização futuro do trabalho futurodotrabalho globalização alternativa impeachment indenizações investimentos sociais legislação liberdade sindical migrantes migração mulheres novo consenso progressista organização sindical internacional politicas publicas políticas de austeridade políticas públicas programa fábricas melhores proteção social reforma trabalhista reformas regulamentação relações de classe renda responsabilidade empresarial salário mínimo sindicalismo sindicalismo internacional soberania alimentar soberaniadigital solidariedade tarefas do sindicalismo tecnologia trabalhadoras trabalho informal trabalho realmente decente transnacionais transporte tributação África

Publicações da OIT

Arquivo do Blog

  • ▼  2020 (4)
    • ▼  julho (1)
      • Trabalhadoras e trabalhadores essenciais: dos apla...
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (1)
  • ►  2019 (1)
    • ►  novembro (1)
  • ►  2018 (7)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  setembro (2)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (3)
  • ►  2017 (3)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
  • ►  2016 (9)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (2)
    • ►  junho (2)
    • ►  abril (1)
    • ►  fevereiro (1)
  • ►  2015 (9)
    • ►  outubro (2)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (2)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  fevereiro (1)
  • ►  2014 (10)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  julho (2)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (1)
  • ►  2013 (11)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (2)
    • ►  setembro (2)
    • ►  julho (2)
    • ►  maio (1)

 
Copyright © 2011 Global Labour Column Portuguese | Powered by Blogger
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | 100 WP Themes